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Nem só de caminhões vive o transporte…

Artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, Diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda

 

Infelizmente ainda existem muitos preconceitos e estereótipos quando se fala do setor de transporte de cargas. Pessoas desavisadas acreditam que a totalidade de empresários do setor é composta de pessoas pouco ou mal instruídas, limitadas, rústicas, e às vezes mal-educadas. Outros teimam em reforçar aspectos da informalidade, da falta de profissionalismo e até de questões legais.

 

A verdade, meu amigo, é que não é nada fácil empreender no setor de transportes neste nosso maravilhoso país. Vivemos uma dualidade: somos o país das oportunidades, mas também somo o país da burocracia, da corrupção, do roubo de carga, dos entraves da infraestrutura, etc.

 

Ao longo desses 25 anos na área de logística, principalmente os últimos 12 como consultor tive a oportunidade de conhecer pessoas excepcionais, mentes brilhantes, pessoas extremamente honestas, verdadeiros guerreiros, persistentes e corajosos diante de tantas adversidades.

 

Quero ao longo das próximas linhas citar alguns exemplos. Obviamente que não conseguirei me lembrar de todos. Mas os esquecidos entenderão, com certeza. Peço que perdoem minha falha.

 

Começo pela questão ética, e não posso deixar de falar de um profissional extremamente admirado pelas suas atitudes e história: trata-se de Valmor Scapini, da Scapini Transportes, de Lajeado (RS). Sim, aquela empresa das carretas Sider, vermelhas. Estou sendo injusto em citar apenas uma pessoa, ainda mais por que nesse setor a grande maioria é composta por profissionais correto. Mas todos estarão muito bem representados pelo Sr. Valmor.

 

Ao falar em educação, não posso deixar de citar dois legítimos gentlemans da Logística: Ricardo Kallas (ex Gefco e agora Vix Logística) e Raul Maudonnet (da Transportadora Americana). Ah, já ia me esquecendo do Sr. Edward Montarroios do Rapidão Cometa / Fedex e do amigo André Zierhlsdorf da MTR Transportes!

 

Vamos falar de visão? Não podemos esquecer do Vasco (AGV), do Urubatan e do Pepe (da Braspress), do Américo Filho (Rapidão Cometa / Fedex), do Luciano Luft (Luft), do Fernando Simões (JSL), Irani Bertolini (TBL), Carlos Mira (ex-Mira e atual TruckPad), Domingos (Unihealth), dentre vários.

 

E que tal falarmos em capacidade de gestão. Vamos lembrar da família Panzan (do Expresso Jundiaí) e da Patrus (Transportadora Patrus), de Francisco e Lauro Megale (da Atlas Transportes), de Celso Luchiari (da Transportadora Americana), do Luiz Guilherme e Augusto da Supricel / Transpaulo, dos executivos da Jamef, da Rodonaves, da Via Pajuçara, da Bauer Cargas, da Translovato, da Mira Transportes, da Henrique Stefani, da TW Transportes, da Recris, Toniato Transportes, dentre outras.

 

Quer falar de arrojo? Tem um pequeno empresário, lá de Macaé (RJ), um tal de Ricardo Tostes, que comanda duas empresas (Expresso Predileto e Logika – essa última junto com sua esposa Kátia Tostes) que, mesmo diante da crise e com orçamento limitado, investe pesadamente em governança e inovação.

 

Amor? Paixão pelo que fazem? Aí terei que listar quase que todos os profissionais do setor.

Jovens talentos? Que tal o Gustavo Torezan (Maximum Express) e a dupla Daniel e Rafael (Tecadi)?

Também precisamos lembrar dos heróis do passado como Arsile Dalla Valle, hoje com mais de 90 anos.

Enquanto muitas empresas sucumbem aos desafios, muitos outros estão aí, dia após dia, driblando dificuldades e superando novos desafios. Parabéns!

Se cruzar com essas mentes brilhantes, pare, bata um papo. São pessoas que conhecem muito desse setor de transporte de cargas. Não devem nada a nenhum CEO de grandes multinacionais. Pode ter certeza que será uma conversa agradável e enriquecedora. Uma excelente oportunidade de aprendizado!

 

 

 

 

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