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Em um processo de recolocação, cuidado com VOCÊ MESMO!

Artigo escrito por Débora Lima, Diretora da Net Logística Hunting e Outplacement Ltda

As disputas por novas vagas é cada vez mais maior. A tolerância aos erros, por sua vez, é cada vez menor.

Você compete com pessoal empregado e com profissionais em fase de transição.

Precisa superar indicações internas, muitas delas políticas e estratégicas, e pessoas assessoradas por headhunters, que farão de tudo para alocar seus candidatos.

Mas você já parou para pensar que seu maior concorrente pode ser você mesmo?

As entrevistas são cruciais para um bem sucedido processo de recolocação, esteja você empregado ou não. Como você se prepara e aproveita essa oportunidade?

Muitos candidatos cometem erros fatais para um bom entrevistador:

#1. Atrasam-se em suas entrevistas. Alguns até têm o cuidado de avisar com certa antecedência. Outros usam e abusam de desculpas extremamente conhecidas, como trânsito, chuva, acidentes, etc. Programe-se de tal forma que você consiga chegar pelo menos 15 minutos antes do horário agendado.

#2. Se enrolam ao falar do motivos de sua saída em empregos anteriores. Essa pergunta é certa. Com certeza será um aspecto explorado pelo entrevistador. Tenha cuidado ao justificar cada um dos casos vivenciados.

#3. Falam mal de ex colegas ou chefes em empregos anteriores. Evite esse tipo de assunto. Não comente. Você está diante de um entrevistador e não de um colega seu ou de um psicólogo. Não é hora para desabafar.

#4. Manifestam-se de forma inadequada em relação a assuntos polêmicos como religião, política, futebol, etc. Contenha-se. Está na moda falar mal da Dilma, do PT e do PMDB, da Venezuela e da Argentina, do transporte público, das ciclovias, da falta de água, da Copa e das Olimpíadas, etc. Evite discussões acaloradas. Se exigido, posicione-se de forma equilibrada, bem embasada, apoiado por dados e fatos. Mas seja breve!

#5. Exageram na conjugação do verbo na primeira pessoa. Eu fiz, eu implantei, eu desenvolvi, eu liderei, eu decidi. Cuidado, isso passa uma péssima impressão para o entrevistador. Pode mostrar arrogância, vaidade em excesso, insegurança, etc. Denota a dificuldade que a pessoa tem em trabalhar em equipe; de forma alguma acentua suas características de liderança. Ao contrário.

#6. Cuidado com a linguagem. Não falo apenas de expressões coloquiais (jovens exageram no “tipo assim”, por exemplo). Falo também daquele vocabulário corporativo, próprio do setor ou da empresa que você atuou ou ainda atua, caso esteja empregado. Por mais importante e técnico que seja, use uma linguagem acessível a todos os entrevistadores, em todas as etapas do processo seletivo. Espere que alguém do lado de lá utilize-as, e mesmo assim se achar importante externá-las, faça isso de forma comedida, se necessário explicando a aplicação ou a abrangência do tema.

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